Economia é usada por candidatos para promover campanhas

outubro 16, 2010 § Deixe um comentário

Matéria Especial

Por Alexandre Zveibil e Lucas Pereira

Dilma Rousseff e José Serra estão travando uma das eleições mais disputadas dos últimos tempos. Ninguém sabe se os votos de Marina Silva serão repassados para o candidato tucano, ou seguirá o curso com a margem de vantagem que possui a candidata petista. Saiba você que o diferencial está sendo a questão economica, os candidatos estão brigando pelos votos, visando planos financeiros.

As eleições de 2010 não foram tão otimistas para os eleitores por faltas de opções, essa visão também se enquadra aos candidatos à presidência. O número de votos brancos e nulos no primeiro turno somaram 9,6 milhões segundo o site PolíticaPB para o principal cargo eleitoral. Agora no segundo turno, com dois candidatos fortes (Marina Silva e Plínio Arruda) fora, esses votos podem fazer a diferença. Dilma Rousseff possui 47% das intenções de votos, enquanto José Serra 41%, porém não se sabe se os 20 milhões de votos conquistados pela candidata do PV serão repassados totalmente para o ex-Governador.

Enquanto isso os candidatos apresentam dificuldades em expôr seus planos de governo. Saúde é assunto principal para Serra, deixando de lado pautas primordiais como: educação e segurança pública. Dilma expõe suas ideias e ataca os dois setores pendentes de seu concorrente. Mas a percepção parece aflorar no segundo turno aderindo ao setor econômico. Dilma quer continuar o ‘’bom planejamento do presidente Lula’’ e crescer 5,5% no ano que vem, José Serra quer dar aumento para os aposentados e fala em distribuição de renda.

O ponto crítico tocado é: ‘’o bom planejamento de Lula’’. Não é do companheiro petista, e sim de Fernando Henrique Cardoso, que começou a por em prática o Plano Real de Itamar Franco, em 1992. Economicamente falando, FHC foi um péssimo presidente para a população, pois passou pelo Apagão em 2001 e um momento de dólares elevados durante o seu mandato, o que tornava o produto externo e viagens caras.  Não pode-se  culpá-lo desses fatos, pois, foram decorrentes à crises vividas por outros países na época, como: Rússia(Efeito Vodka), China(Efeito Saquê) e México( Efeito Tequila), o que influênciou uma pequena crise no Brasil, conhecida irônicamente por especialistas como Efeito Caipirinha.

O presidente Lula não é um gênio da Economia, apenas um sortudo, aliás duplamente sortuda, pois passou pela forte Crise de 2008 e econtrou o Brasil em uma situação favorável, devido uma economia estável, inflação controlada, uma balança comercial favorável e gerando um grande fundo de reservas. Outro ponto interessante é que o petista seguiu a risca o plano econômico de Fernando Henrique Cardoso, o que vem fazendo até hoje. O estilo de governo neoliberal depende mais do cenário financeiro do que do próprio gestor. Dilma Rousseff e José Serra apresentam uma campanha muito fraca se agarrando em pontos seguros na atualidade, deixando de lado problemas que realmente serão resolvidos por eles.

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